É o historiador Damião de
Góis (1502-1574), na "Crónica do Sereníssimo Príncipe Dom João", que
diz que quando osportugueses chegaram a ilha "encontraram uma estátua
equestre no cume noroeste da serra no centro da ilha, colocada sobre um pedestal
quadrado. Construída a partir de um único bloco de pedra, a estátua
representava um cavaleiro com a sua montada e coberto por um manto e com a
cabeça descoberta. Com a mão esquerda segurava as crinas do cavalo e apontava
com o direito para Ocidente. D. Manuel I teria mandado a Duarte de Armas que
fizesse um desenho da estátua e ordenado o seu transporte para Lisboa, mas o
Rei só viria a receber pedaços do monumento, nomeadamente, a cabeça, e o braço
e mão direitas, assim como parte do cavalo. Estas peças teriam sido guardadas
no Palácio Real, tendo-se perdido o seu rasto a partir daqui. Na base - deixada
na ilha - existiriam algumas letras numa escrita desconhecida que foram
copiadas em 1529 por Pedro da Fonseca, "mas cujo teor ninguém conseguiu
até hoje identificar.terça-feira, 12 de novembro de 2013
Quando os Portugueses chegaram pela 1ª vez à ilha do Corvo, depararam-se com uma estátua equestre no cimo dum monte?
É o historiador Damião de
Góis (1502-1574), na "Crónica do Sereníssimo Príncipe Dom João", que
diz que quando osportugueses chegaram a ilha "encontraram uma estátua
equestre no cume noroeste da serra no centro da ilha, colocada sobre um pedestal
quadrado. Construída a partir de um único bloco de pedra, a estátua
representava um cavaleiro com a sua montada e coberto por um manto e com a
cabeça descoberta. Com a mão esquerda segurava as crinas do cavalo e apontava
com o direito para Ocidente. D. Manuel I teria mandado a Duarte de Armas que
fizesse um desenho da estátua e ordenado o seu transporte para Lisboa, mas o
Rei só viria a receber pedaços do monumento, nomeadamente, a cabeça, e o braço
e mão direitas, assim como parte do cavalo. Estas peças teriam sido guardadas
no Palácio Real, tendo-se perdido o seu rasto a partir daqui. Na base - deixada
na ilha - existiriam algumas letras numa escrita desconhecida que foram
copiadas em 1529 por Pedro da Fonseca, "mas cujo teor ninguém conseguiu
até hoje identificar.
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